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domingo, 12 de abril de 2009

कापितुलो ई Historinha

Ele chegou mais perto tocou meu rosto e perguntou: E o seu?
Ana!! minha voz saiu fraca por causa da proximidade dele ao meu rosto. Ele sorriu, um lindo sorriso.
Talvez você deva ir ao hospital quando sair daqui, foi uma queda bem feia a sua...
Me senti como uma tola naquele momento e sabia que ele sabia disso pois provavelmente eu estava vermelha como um tomate, tamanho meu constrangimento.
Ele sorriu novamente, aquilo mexeu comigo de um modo estranho.De repente minha amigas entraram porta a dentro todas de uma vez, brigando e falando.
Então olharam para mim, praticamente correndo até mim começaram a me levantar da cadeira e dizer que iam me levar ao hospital, de certa forma foi engraçado, pelo menos Gabriel estava sorrindo. Tudo aconteceu tão rápido que quando percebi já estava no carro a caminho do hospital, fiz tudo o que aqueles médicos disseram para fazer e ainda ganhei um curativo na nuca, que a propósito estava bem inchada!!acabei chegando em casa 6:00h da manhã, com um cansaço e um sono de derrubar qualquer um, tomei banho e dormi.
Quando acordei já era noite, minha cabeça ainda estava doendo mas fora isso estava bem, minhas roupas sujas de sangue jogadas pelo chão tive que sair recolhendo pela casa para lavar afinal de contas meu sangue estava por toda ela, assim eu fiz, mas quando verifiquei os bolsos algo chamou minha atenção, um cartão estava lá, era do restaurante e tinha um nome escrito, Gabriel Andrade, com o telefone e um voto de melhoras, aquilo me fez voltar a pensar em tudo o que tinha acontecido na noite passada e o quanto havia sido estranho.Encontrar o cartão do restaurante me fez recordar tudo o que havia acontecido na noite anterior...
Gabriel era o nome dele, do homem que habitara meus sonhos, o que será que aquilo tudo podia significar? eu não conseguia entender como era possível?!
Mas nada disso foi suficiente para desviar a imagem do rosto dele da minha mente, ele estava lá, era mesmo ele, não sabia como era possível, mas ele estava lá... Só quando minha cabeça latejou foi que voltei a realidade, ela ainda me incomodaria por um bom tempo.

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